
Colunas: Escrito por Claudelino Priviero Brito
Se a especulação é grande, não menor é a sede de vingança de que repórteres, jornalistas, dirigentes de clubes, dirigentes de federações/confederação – e políticos! especialmente o Sapo Barbudo – estão possuídos neste período de indefinições que precede a escolha dos estádios que acolherão jogos da Copa do Mundo de 2014.
Estamos assistindo ao desenrolar dos fatos que acontecem na África do Sul. Ainda não começou o torneio, faltam alguns dias, precisamente oito! - e muita coisa está por ser concluída. Conforme matéria desta madrugada de 2 de junho de 2010, na Globo News, 70% das obras viárias em torno dos estádios que sediarão jogos ainda não estão concluídas; significa que, embora o trabalho se desenvolva 24 horas por dia, os entrevistados na reportagem, submersos a grandes congestionamentos, não acreditam na conclusão das mesmas. Uma Copa do Mundo não se restringe unicamente à escolha, adequação ou construção de um estádio de futebol. Vai muito além disso.
E o que faz parte de um pacote de obras que dotam as cidades de condições ideais mínimas para a realização de jogos, com o conseqüente afluxo de torcedores-turistas ou turistas-torcedores, foge à competência de governadores e prefeitos, de clubes (dos presidentes a sócios/sócios-torcedores/colaboradores e empresas parceiras), seja no planejamento urbano e suas implicações com a realização dos eventos, nas obras civis, a cada um, segundo seu grau de envolvimento.
Água, esgoto e energia elétrica; obras viárias; transporte de massa; oferta de estacionamento para transporte familiar/individual; espaço para equipes de jornalismo de rádio, TV, imprensa escrita e internet; linhas telefônicas, internet, fibra óptica; serviços de pronto-atendimento de saúde; logística de espaço aéreo; segurança pública e de estádio; espaço para treinamento das seleções e o respectivo traslado aos diversos espaços das cidades e ao estádio em que cumprirão a tabela, hospedagem/rede hoteleira, engenharia de tráfego . . . E . . . financiamento!
Mas (e há sempre um mas!), não podemos nos esquecer de que estamos no Brasil, no fim de um governo na esfera federal que nunca antes na história destepaiz foi tão pródigo na ocorrência de escândalos político-financeiros, lavagem de dinheiro, na dissipação de verbas públicas e falcatruas entre companheiros e neo-companheiros. O contribuinte que paga imposto de renda e outros impostos sabe que, nesta última sexta-feira, iniciou-se o ano de trabalho para que possa atender às suas necessidades pessoais; até aqui, foi ano-fiscal, trabalhou-se para o governo!
Há uma outra sede (sêde, viu!?) que ronda a Copa do Mundo: a sede da beliscada! Quem puder beliscar ou morder algum até 2013 – ano em que será realizada, aqui no Brasil, a Copa das Confederações, vai beliscar ou morder!
Essas beliscadas e/ou mordidas incluem a reforma e construção de estádios, obras de entorno etc. Tudo estará, até 2014, na alça de mira de especuladores, atravessadores, corretores, publicitários, donos de empresas ou conglomerados de comunicação, jornalistas de rádio, TV e internet, empreiteiros, assessores políticos . . . Enfim, peixes miúdos e peixes graúdos! É muito dinheiro envolvido.
A par de tantos interesses, percebe-se, nitidamente, que aqueles que têm ou terão algum poder de decisão, intervenção ou captação de dividendos financeiros e/ou políticos com tal evento, vestem, por baixo de seus ternos ou uniformes, quase que uma segunda pele: a camisa do seu time preferido!
Estou vendo demais? Delirando? Viajando na maionese? Na,na,ni, na, não! O que divulgou, segundo fonte segura e de poder decisório, o jornalista Juca Kfouri, notório galinha? O que disse a Galinha Maior – a carijó, chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da África? O que vem dizendo o presidente da CBF – num jogo de esfola-assopra? O que jornalistas, a soldo de complexos de comunicação e clubes, plantam de notícias na mídia para confundir a opinião pública? Ora é sim! Ora é não! O Estádio Cícero Pompeu de Toledo parece, se isso fosse possível, uma bola de tênis: a um tempo, de um lado da quadra, satisfazendo, especialmente, a torcida galinácea, que não quer ter mais uma frustração na vida: ver o Morumbi palco da abertura; a outro tempo, do outro lado da quadra, a diretoria do Maior do Mundo, assoberbada, mas sabendo-se competente para conquistar mais um troféu! . . .
Apostam na possibilidade de que ocorra em Sampa o que aconteceu no Rio, com o Engenhão. São quatro os grandes do Rio – Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo; destes, só o primeiro tem estádio que possa abrigar jogos que envolvam equipes medianas. Os demais, nem CT com letra maiúscula têm! Ontem, em entrevista coletiva, Zico, que assumiu a direção de futebol da urubuzada, tem como meta, dotar o Fla* de um CT. E pretendem ser o que na verdade não são!
Portanto, tricolores, sendo ou não anfitriões em 2013 e 2014, uma coisa é certa: o Maior do Mundo é o único – repito: único! - clube brasileiro com condições de trazer esse troféu para a cidade de São Paulo, a primeira da América Latina.
Suínos, lambaris e galináceos, tenham ou não cotovelo ou anatomia que equivalha, estão acometidos de uma dor que nenhum médico ou fármaco cura: a dor de cotovelo . . .
Se a especulação é grande, não menor é a sede de vingança de que repórteres, jornalistas, dirigentes de clubes, dirigentes de federações/confederação – e políticos! especialmente o Sapo Barbudo – estão possuídos neste período de indefinições que precede a escolha dos estádios que acolherão jogos da Copa do Mundo de 2014.
Estamos assistindo ao desenrolar dos fatos que acontecem na África do Sul. Ainda não começou o torneio, faltam alguns dias, precisamente oito! - e muita coisa está por ser concluída. Conforme matéria desta madrugada de 2 de junho de 2010, na Globo News, 70% das obras viárias em torno dos estádios que sediarão jogos ainda não estão concluídas; significa que, embora o trabalho se desenvolva 24 horas por dia, os entrevistados na reportagem, submersos a grandes congestionamentos, não acreditam na conclusão das mesmas. Uma Copa do Mundo não se restringe unicamente à escolha, adequação ou construção de um estádio de futebol. Vai muito além disso.
E o que faz parte de um pacote de obras que dotam as cidades de condições ideais mínimas para a realização de jogos, com o conseqüente afluxo de torcedores-turistas ou turistas-torcedores, foge à competência de governadores e prefeitos, de clubes (dos presidentes a sócios/sócios-torcedores/colaboradores e empresas parceiras), seja no planejamento urbano e suas implicações com a realização dos eventos, nas obras civis, a cada um, segundo seu grau de envolvimento.
Água, esgoto e energia elétrica; obras viárias; transporte de massa; oferta de estacionamento para transporte familiar/individual; espaço para equipes de jornalismo de rádio, TV, imprensa escrita e internet; linhas telefônicas, internet, fibra óptica; serviços de pronto-atendimento de saúde; logística de espaço aéreo; segurança pública e de estádio; espaço para treinamento das seleções e o respectivo traslado aos diversos espaços das cidades e ao estádio em que cumprirão a tabela, hospedagem/rede hoteleira, engenharia de tráfego . . . E . . . financiamento!
Mas (e há sempre um mas!), não podemos nos esquecer de que estamos no Brasil, no fim de um governo na esfera federal que nunca antes na história destepaiz foi tão pródigo na ocorrência de escândalos político-financeiros, lavagem de dinheiro, na dissipação de verbas públicas e falcatruas entre companheiros e neo-companheiros. O contribuinte que paga imposto de renda e outros impostos sabe que, nesta última sexta-feira, iniciou-se o ano de trabalho para que possa atender às suas necessidades pessoais; até aqui, foi ano-fiscal, trabalhou-se para o governo!
Há uma outra sede (sêde, viu!?) que ronda a Copa do Mundo: a sede da beliscada! Quem puder beliscar ou morder algum até 2013 – ano em que será realizada, aqui no Brasil, a Copa das Confederações, vai beliscar ou morder!
Essas beliscadas e/ou mordidas incluem a reforma e construção de estádios, obras de entorno etc. Tudo estará, até 2014, na alça de mira de especuladores, atravessadores, corretores, publicitários, donos de empresas ou conglomerados de comunicação, jornalistas de rádio, TV e internet, empreiteiros, assessores políticos . . . Enfim, peixes miúdos e peixes graúdos! É muito dinheiro envolvido.
A par de tantos interesses, percebe-se, nitidamente, que aqueles que têm ou terão algum poder de decisão, intervenção ou captação de dividendos financeiros e/ou políticos com tal evento, vestem, por baixo de seus ternos ou uniformes, quase que uma segunda pele: a camisa do seu time preferido!
Estou vendo demais? Delirando? Viajando na maionese? Na,na,ni, na, não! O que divulgou, segundo fonte segura e de poder decisório, o jornalista Juca Kfouri, notório galinha? O que disse a Galinha Maior – a carijó, chefe da delegação brasileira na Copa do Mundo da África? O que vem dizendo o presidente da CBF – num jogo de esfola-assopra? O que jornalistas, a soldo de complexos de comunicação e clubes, plantam de notícias na mídia para confundir a opinião pública? Ora é sim! Ora é não! O Estádio Cícero Pompeu de Toledo parece, se isso fosse possível, uma bola de tênis: a um tempo, de um lado da quadra, satisfazendo, especialmente, a torcida galinácea, que não quer ter mais uma frustração na vida: ver o Morumbi palco da abertura; a outro tempo, do outro lado da quadra, a diretoria do Maior do Mundo, assoberbada, mas sabendo-se competente para conquistar mais um troféu! . . .
Apostam na possibilidade de que ocorra em Sampa o que aconteceu no Rio, com o Engenhão. São quatro os grandes do Rio – Vasco, Flamengo, Fluminense e Botafogo; destes, só o primeiro tem estádio que possa abrigar jogos que envolvam equipes medianas. Os demais, nem CT com letra maiúscula têm! Ontem, em entrevista coletiva, Zico, que assumiu a direção de futebol da urubuzada, tem como meta, dotar o Fla* de um CT. E pretendem ser o que na verdade não são!
Portanto, tricolores, sendo ou não anfitriões em 2013 e 2014, uma coisa é certa: o Maior do Mundo é o único – repito: único! - clube brasileiro com condições de trazer esse troféu para a cidade de São Paulo, a primeira da América Latina.
Suínos, lambaris e galináceos, tenham ou não cotovelo ou anatomia que equivalha, estão acometidos de uma dor que nenhum médico ou fármaco cura: a dor de cotovelo . . .
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